É um processo diferente, com regras diferentes. Conheço-as e preparo consigo a documentação certa para o seu caso.
O fator que mais pesa é onde reside fiscalmente e onde paga impostos, não a nacionalidade.
Contrato em Portugal, rendimentos no estrangeiro ou trabalho independente: cada caso tem regras próprias.
Com título temporário o crédito é possível, mas com critérios mais exigentes. Um co-proponente pode reforçar o processo.
Residentes podem ter até 90% na habitação própria. Não residentes têm, em regra, financiamento mais baixo, como habitação secundária.
Escolha o seu perfil e veja os documentos que normalmente são pedidos.
Trabalha e reside fiscalmente em Portugal, com título de residência ou certificado de registo UE.
Documentos habituaisPode aceder às mesmas condições de um cliente português, incluindo, se for jovem até 35 anos, a garantia pública para 100% de financiamento.
Analisar o meu casoVive e paga impostos noutro país e quer comprar casa em Portugal.
Documentos habituaisO imóvel é tratado, em regra, como habitação secundária, com financiamento mais baixo e uma entrada maior.
Analisar o meu casoReside em Portugal com autorização de residência temporária.
Documentos habituaisOs bancos olham para a validade do título e a estabilidade do emprego. Um co-proponente ou uma entrada maior aumentam as hipóteses.
Analisar o meu casoTem nacionalidade portuguesa e trabalha no estrangeiro.
Documentos habituaisAlguns bancos têm condições próprias para emigrantes. Trato do processo à distância e só precisa de vir a Portugal para a escritura, ou pode fazer-se representar por procuração.
Analisar o meu casoFronteiras diferentes.
O mesmo cuidado.
Explico cada passo com calma, ajudo a reunir e traduzir documentos e acompanho o processo até à escritura, esteja em Portugal ou no estrangeiro.
Sim. A nacionalidade não é critério de exclusão. O que conta é a residência fiscal, a origem e a estabilidade dos rendimentos e o histórico de crédito.
Em regra menos do que a um residente, porque o imóvel é tratado como habitação secundária. Muitas vezes é preciso uma entrada maior; analiso o valor possível no seu caso.
É possível, com critérios mais exigentes. A validade do título, o tipo de contrato e um eventual co-proponente fazem a diferença.
Não. Grande parte do processo pode ser feita à distância. Para a escritura pode vir a Portugal ou fazer-se representar por procuração.
Os documentos em línguas que o banco não aceita têm de ter tradução certificada. Digo-lhe exatamente quais antes de gastar dinheiro com traduções.
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